Você joga como Coen, um Dawnwalker: humano de dia, vampiro à noite. A dualidade é o esqueleto do jogo — o dia te dá Witchcraft e o cotidiano de um vale assolado pela peste, enquanto a noite te dá Vampirism, uma forma mais agressiva, e Blood Hunger, a pressão de sede de sangue que atravessa cada noite vampírica.
O que ancora a história de Coen
Duas coisas definem a história de Coen além do combate:
- A família dele, cujo desfecho é limitado pelo relógio de 30 dias — quanto mais dias você gasta, menos finais ligados à família permanecem abertos. Você conhece Esme (a mãe dele) e Pieter (o pai dele) no prólogo.
- O vínculo dele com Brencis, que o desfecho resolve.
Tudo o resto — os vasalos, a rebelião, a torre dos sonhos — é a guerra em que ele está parado no meio. A linha do tempo das escolhas-chave é a referência de companhia para quais dessas escolhas realmente movem o seu final.
Para onde ele leva
Coen é o fio condutor de toda a run: os vasalos (Ambrus, Bakir, Xanthe), as duas rotas de aliados do primeiro ato com Lacra e Crake, e a confrontação final com Brencis — tudo orbita o protagonista. Para o elenco completo, veja o compendium dos personagens-chave.